Publicada em: 27/05/2019 08:59

Scratch Day reúne acadêmicos que desenvolvem atividades para escola a partir do lúdico

Com oficinas, apresentações de artigos e jogos com realidade virtual e robótica, os alunos do curso de Educação Física da Escola Superior de Ciências da Saúde da Universidade do Estado do Amazonas (ESA/UEA) utilizaram uma linguagem da programação, desenvolvida pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), para apresentar os resultados das atividades lúdicas aplicadas em escolas nesta sexta-feira (24) no evento 'Scratch Day'.

O scratch é uma plataforma digital de programação que auxilia crianças na montagem de jogos que podem auxiliar no ensino de princípios educativos, como explicou o professor voluntário, Adrio Hattori. "Dentro da disciplina 'Tecnologia Aplicada na Educação Física' a gente utiliza o scratch para que os futuros profissionais mudem um pouco do que é o conceito da educação tradicional. Crianças a partir de seis anos idade conseguem usar", disse.

A prática do profissional de Educação Física é uma das experiências proporcionadas pela graduação e, dentro do universo escolar, os professores em formação encontram adversidades para o desenvolvimento das práticas de ensino. Segundo a aluna do sétimo período, Franciara Vieira, a partir do scratch pode-se dialogar com os estudantes de forma didática. "A criança pode aprender com jogos de games, que chamamos de 'Games de Aprendizagem' que podem ser usados em uma escola como uma ferramenta de ensino, onde se pode introduzir a importância de uma alimentação saudável ou o abecedário, por exemplo", explanou.

Oficinas e atividades
Durante o evento, os alunos promoveram oficinas de introdução ao scratch, cultura maker e conceitos da impressão 3D, atividades de jogos intermediados por tecnologia e de tabuleiro, além de apresentarem artigos científicos em conjunto desenvolvidos na disciplina. "A nossa equipe está falando da realidade virtual, e irei apresentar uma experiência que estou vivenciando com a equipe do professor Adrio, usando óculos de realidade virtual com crianças com paralisia cerebral. Usamos como uma ferramenta para eles ficarem mais calmos após os exercícios físicos", acrescentou a aluna Francimara.

Texto: Iris Brasil/ASCOM UEA

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